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terça-feira, 3 de abril de 2012

Leituras de março / Lecturas de marzo

Demorou mais chegou! Aqui estão os livros que li em março.
O primeiro foi “El Cementerio de Praga” de Umberto Eco.
Eu tinha impressão que não ia ser meu livro favorito (e acertei), mas resolvi arriscar pela fama do autor. Vou assumir a minha ignorância e dizer que não gostei, não entendi, sei lá… demorei um monte para conseguir terminá-lo porque a história não me prendia, não fazia sentido. Pode ser porque eu sou muito ruim em História e o livro traz muito de tramas políticas e históricas envolvidas nas entrelinhas. Ok, não é um livro pra mim.
Depois li “Steve Jobs”de Walter Issacson. Todo mundo já deve ter visto o livro por aí, até porque ele foi lançado logo depois da morte do Steve Jobs. Eu gostei bastante! Mas, o Steve era um tanto quanto “especial”. Vocês não acham?

Tenho algumas considerações a fazer: o livro tem quase 800 páginas. Fica super difícil carregar por aí, para ler na fila do banco, por exemplo (alguém lê na fila?). Também senti falta de explorar a parte familiar da vida de Jobs. Achei que fala muito de sua vida profissional, e as poucas menções aos seus relacionamentos com os filhos e a esposa são bem superficiais. Também deixa de retratar a sua morte e a repercussão que causou. Estava esperando por isso e não encontrei.
Por fim, li “Juliet”de Anne Fortier. Esse eu adorei!! É um conto de fadas moderno, mas com muito de trama, intriga e suspense.
Na história, Juliet é uma jovem italiana, órfã que foi criada por uma tia nos Estados Unidos, junto com sua irmã gêmea. Depois da morte da tia, ela descobre que é descendente direta da Julieta (aquela do Romeu) e que há uma maldição sobre ela, que só um amor pode quebrar. A vida de Juliet moderna é contada misturada com a vida da Julieta de 1340. Me diverti muito com a história! Essa é minha recomendação de leitura para as mocinhas apaixonadas.

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Se tardó, pero estan aquí: los libros que leí en marzo.
El primero fue "El Cementerio de Praga" de Umberto Eco.
Tuve la impresión de que no iba a ser mi libro favorito (y tenía razón), pero decidí correr el riesgo por la reputación del autor.
Voy a asumir mi ignorancia y decir que no me gustó, no lo entendí, no sé ... me costó mucho llegar a terminarlo porque la historia no me ha encantado, no encontraba sentido. Tal vez sea porque soy muy mala en la historia y el libro trae un montón de cuestiones políticas e históricas. Ok, no es un libro para mí.
Luego leí "Steve Jobs" de Walter Issacson. Todo el mundo debe conocer ese libro, ya que fue publicado poco después de la muerte de Steve Jobs. Me gustó mucho! Pero Steve era un poco "especial". ¿No crees?
Tengo algunas cosas a considerar: el libro tiene casi 800 páginas. Es realmente difícil de llevar a todas partes, para leer en la fila del banco, por ejemplo (quien lee en la fila?). También casi no explora la vida familiar de Jobs. Creo que habla mucho de su vida profesional, y las pocas referencias a sus relaciones con sus hijos y su esposa son muy superficiales. También falla en retratar a su muerte y las repercusiones que causó. Yo esperaba más sobre ese tema y no lo encontré.
Por último, leí  "Juliet" de Anne Fortier. Me encantó! Se trata de un cuento de hadas moderno, pero con mucho de trama, intriga y suspense.
En la historia, Juliet es una joven huérfana italiana que fue criada por una tía en los Estados Unidos, junto con su hermana gemela. Después de la muerte de su tía, ella descubre que es una descendiente directa de Julieta (aquella de Romeo) y que hay una maldición sobre ella, que sólo el amor puede romper. La vida moderna de Juliet se mezcla con la vida de Julieta en 1340. Me divertí mucho con la historia! Esta es mi lectura recomendada para las chicas enamoradas.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Leituras de fevereiro / Lecturas de febrero

Vergonha pura! Esse mês eu só li dois livros. Posso dar mil desculpas, mas a principal delas é que o terceiro livro do mês eu não estou gostando, e por isso, não tenho vontade de ler. Isso acontece com vocês? Mas, vou terminar e ele entrará na lista das leituras de março.

Eu li “El mundo de Sofía”, de Jostein Gaarder, que é um clássico, e eu jurava que já tinha lido. Me enganei! Agora tenho certeza que nunca li, mas a história é facinante, te prende, te faz aprender filosofia, te deixa grudado nas mais de 700 páginas. Foi uma experiencia incrível e me fez querer me chamar Sofia e ter 15 anos!



O outro livro foi “Verano” de J. M Coetzee, autor que ganhou prêmio Nobel de Literatura em 2003. Por isso e pela resenha, achei que a história ia ser boa.


É uma auto biografia, mas ele conta sua vida através da criação um personagem reporter que vai entrevistar, depois da morte de Coetzee, as pessoas que o conheceram em vida. Se você fizesse isso, que pessoas entrevistaria? O que diriam sobre você, depois que você já tivesse morrido? Interessante, não é?

Isso é muito legal, mas a história da vida do Coetzee é super chata. Para mim, ele era um recalcado. Vivia na África do Sul, tinha uma relação conturbada com seu pai, tinha uma dificuldade tremenda com as mulheres e seus amores, e seu emprego como professor de lingua estrangeira lhe deprimia. Sem emoção! Mas, não se conhece a veracidade de todos esses fatos.

Aqui você pode ler uma crítica sobre esse livro (en espanhol).
No próximo mês tentarei vir com mais novidades, ok? Alguma sugestão de leitura boa?



Pura verguenza. Ese mes solo leí dos libros. Puedo disculparme de varias formas, pero, la principal es que o tercero libro no es bueno, y por eso, no tengo ganas de leer. Se pasa eso con ustedes? Pero, lo voy a terminar y entrará en las lecturas de marzo.

Leí “El mundo de Sofía” de Jostein Gaarder, que es un clasico, y que yo juraba que ya había leído. Me equivoque! Ahora estoy segura que nunca lo he leído, pero es una historia facinante, que te hace aprender filosofía, te deja fijado en las más de 700 páginas. Fue una experiencia incredible y me hizo querer llamarme Sofía y tener 15 años.

El otro libro fue “Verano”de J. M. Coetzee, autor que ganó un Nobel de Literatura en 2003. Por eso creí que la historia sería buena. Es una autobiografia, pero contada a través de la criación de un personaje periodista que va a entrevistar, después de la muerte de Coetzee, las personas que lo conoceron en vida. Si usted hiciera eso, que personas iba a entrevistar? Qué diria sobre usted después de su muerte? Interesante, no?

Sí, eso es bueno, pero la historia de la vida de Coetzze es aburrida. Para mi, el era un flojo, casi tonto. Vivía en Africa del Sur, tenia una relacion conflitante con su papá, tenia dificultad con las mujeres y sus amores, y su empleo como professor de idiomas era deprimente. Sin emoción! Pero no se sabe de la veracidad de todos esos factos.


Aqui se puede leer más sobre ese libro.En el proximo mes voy a intentar traer mas novedades, ok? Alguna sugerencia de buena lectura?
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Leituras de janeiro / Lecturas de enero

No último post do mês vou tentar sempre dedicar às minhas leituras do mês. Isso vai me ajudar a sempre estar em busca de livros bons para contar para vocês. E se eles forem ruins (na minha avaliação) vocês também vão ficar sabendo.

Esse mês eu li 4 livros. Não comprei nenhum deles porque tenho a felicidade de ter a Biblioteca Viva super pertinho da minha casa, e isso facilita a minha vida. Para meus leitores brasileiros: todos os títulos estão em espanhol, porque estou aproveitando para ler muito e aprimorar o idioma. Vou sempre informar se foram lançados em português no Brasil, ok?

O primeiro livro de 2012 foi Estambul: ciudad y recuerdos de Orhan Pamuk (Istambul – memória e cidade, Editora Companhia das Letras). Eu achava que ia adorar o livro, porque mistura a história pessoal do autor com a história da cidade de Istambul na Turquia. Mas, achei o livro bem depressivo. Não conheço a cidade, mas não imagino que ela seja assim tão “sem sal”. Na verdade, Pamuk explica isso, dizendo que no meio das cores e da alegria que são perceptíveis para os turistas, vive uma nostalgia que só o nativo consegue sentir.



Depois li El niño con el pijama de rayas de John Boyle (O menino do pijama listrado, Editora Companhia das Lestras). A sinopse diz que: “Esta novela conta a história de Bruno, um menino de nove anos que se muda com a família para uma casa junto a uma cerca. Este livro é recomendado para adultos e crianças a partir de treze anos de idade”.



Eu conhecia o contexto da obra, mas não conhecia a história, até porque não vi o filme (só assisti depois da leitura).

O que me surpreendeu, num primeiro momento, é que na biblioteca o livro estava na sessão infantil, e como diz a resenha, é recomendado a partir dos treze anos. Não discordo, mas vai depender da maturidade dessa criaturinha. O livro retrata os maus-tratos da Alemanha nazista e é necessário um prévio conhecimento sobre o assunto, para que o livro faça sentido. Fora isso, a relação de amizade entre Bruno e Shmuel é incrível e emocionante. Vale a leitura!!!

Fiquei sabendo que um dos livros mais buscados na biblioteca era El lugar mas bonito del mundo, de Ann Cameron (não encontrei esse em português). Quando cheguei para buscá-lo, descobri que era um livro escolar, e por isso, super pequeno. Fiquei curiosa, sentei numa cadeira e li ali mesmo. Uma história super bonita, sobre um menino pobre que foi abandonado pelo pai e pela mãe, e criado pela avó, que com suas experiências de vida mostra o quanto o nosso cantinho do mundo, seja ele qual for, sempre será o melhor se estamos perto das pessoas que amamos. Concordo!!!



A quarta leitura foi de Como agua para chocolate de Laura Esquivel (Como água para chocolate, Martins Editora). A sinopse diz que “Tita e Pedro se amam. Mas, ela está condenada a permanecer solteira, cuidando de sua mãe até que ela morra. Pedro, para estar próximo de Tita, se casa com a irmã dela, Rosaura. As receitas de cozinha que Tita elabora apontam a passagem das estações da sua vida, sempre marcada pela ausência de Pedro. Como agua para chocolate é uma comédia agridoce de amores e desencontros”.

Que livro gostoso, em todos os sentidos. Cada capítulo começa com uma receita, que vai dar a tônica do amor quase impossível entre Tita e Pedro. É uma leitura com aroma e sabor.


E por fim, comecei o clássico da literatura El mundo de Sofía de Jostein Gaarder, mas esse tem mais de 600 páginas e não terminei até o fim de janeiro, então ficará para comentar nas Leituras de fevereiro, combinado?

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En el último post del mes les voy a contar mis lecturas del mes. Esto me ayudará a estar siempre en busca de buenos libros. Y si son malos (en mi opinión), también voy a contar.

Este mes yo leí cuatro libros. Yo no compré ninguno de ellos porque soy afortunada de tener la Biblioteca Viva súper cerca a mi casa, y me hace la vida más fácil. Para mis lectores brasileños: todos los títulos están en español, porque estoy intentando mejorar el idioma. Yo siempre les voy a decir si fueran publicados en portugués en Brasil, ok?

El primer libro de 2012 fue Estambul: Ciudad y Recuerdos de Orhan Pamuk. Pensé que iba a amar el libro, ya que combina la historia personal del autor con la historia de Estambul en Turquía. Pero lo encontré muy aburrido. No conosco la ciudad, pero no la imagino tan, tan “fome". De hecho, Pamuk explica, diciendo que en medio de los colores y la alegría que son sensibles a los turistas, la vida allá tiene una nostalgia que sólo los nativos pueden sentir.

Después leí El niño con el pijama de rayas de John Boyle. La portada dice: "Esta novela cuenta la historia de Bruno, un niño de nueve años que se muda con su familia a una casa junto a una cerca. Este libro es recomendado para adultos y niños desde la edad de trece años"

Yo sabía del contexto de la obra, pero no sabía la historia, porque no habia visto la película (sólo la veí después de la lectura).

Lo que me sorprendió al principio, es que el libro en la biblioteca estaba en la sesión para los niños, y como dice, se recomienda a partir de la edad de trece años. No estoy en desacuerdo, pero dependerá de la madurez de ese niñito. El libro retrata los malos tratos de la Alemania nazi y requier un conocimiento previo sobre el tema, para que el libro tenga sentido. Aparte de eso, la amistad entre Bruno y Shmuel es increíble y emocionante. Vale la pena leerlo!

Me enteré de que uno de los libros más buscados en la biblioteca era El lugar mas bonito del mundo de Ann Cameron. Cuando llegué a recogerlo, lo encontré en la sesión escolar, y por lo tanto, era super pequeño, algo como 40 páginas. Tenía curiosidad, me senté en una silla y lo leí ahí mismo. Una historia súper agradable sobre un muchacho pobre que fue abandonado por su padre y su madre y criado por su abuela, que con su experiencia muestra lo mucho que nuestro pequeño rincón del mundo, sea como sea, siempre será el mejor si estamos cerca de la gente que amamos. Estoy de acuerdo!

La cuarta lectura fue Como agua para chocolate de Laura Esquivel. Dice que “Tita y Pedro se aman. Pero ella está condenada a permanecer soltera, cuidando a su madre hasta que ésta muera. Y Pedro, para estar cerca de Tita, se casa con la hermana de ella, Rosaura. Las recetas de cocina que Tita elabora puntean el paso de las estaciones de su vida, siempre marcada por la presente ausencia de Pedro. 'Como agua para chocolate' es una agridulce comedia de amores y desencuentros, una obra tierna y pletórica de talento”.

Que libro bueno, en todos los sentidos. Cada capítulo comienza con una receta que le dará la clave del amor imposible entre Tita y Pedro. Es una lectura con aroma y sabor.

Y, finalmente, empezé el clásico de la literatura El mundo de Sofía de Jostein Gaarder, pero eso tiene más de 600 páginas y no fue posible acabarlo hasta finales de enero, por eso lo dejo para el post de las lecturas de febrero, combinado?